Se a sua maior preocupação é perder tempo ou ficar em impasses durante as negociações, tudo que você precisa saber está em um quadro de análise de risco que eu compartilho aqui no meio da página. Quando você coloca os dados de seu interlocutor no modelo, a mágica acontece: você começa a antecipar objeções e a criar propostas que fecham em minutos.
Estudo de Caso Real
Imagine que a sua equipe de vendas trocou R$200.000 em contrato depois de semanas de dor de cabeça. O erro? Eles não usaram nenhuma técnica de análise de interesses – apenas esperaram pelo “quando”. (Alerta de preparação) A falha recorrente em muitos cursos de negociação é a falta de aplicação prática. Professores teóricos entregam slides; a realidade corporativa exige tabula rasa em tempo real. O curso de Renato Berton resolve isso lançando um workbook interativo** que motiva o aluno a agir antes de terminar o módulo.
No Primeiro Momento de Negociação, você terá uma technique playbook que fica no seu braço, pronto para usar em pitches de vendas, negociações de partnership ou até em atualizações de contratos com fornecedores. A metodologia andragógica, desenvolvida em grandes multinacionais como Nestlé e Sanofi, transforma cada exercício em simulação real, reduzindo em até 70% o tempo até o fechamento.
Se o problema persiste, há mais detalhes:
- Estratégia de ganho mútuo baseada em inteligência emocional.
- Roteiros de perguntas que quebram a rigidez do segundo.
- Ferramenta de avaliação de risco em tempo real (ex.: link afil.) que lhe diz a probabilidade de aceitação em cada proposta.
O resultado? Negociações que duram em média 10 minutos, com 80% de sucesso em aderência para ambas as partes. Em empresas que já implementaram essa totalidade, a taxa de conclusão de contratos topou 15% acima da média do setor. Não se trata apenas de ganhar mais; trata-se de ganhar tempo e reputação.
Em menos de R$275,00, você tem uma ferramenta que tambumbateia deduções até o contrato ser assinado. O custo de oportunidade é alto, e a chance de ficar na estagnação é maior. Vale a pena.

