Se você está pesquisando o Método ADL, a resposta direta é: é um treinamento focado em negociação de veículos com dívidas antes que eles cheguem ao leilão, buscando comprar ativos com grande deságio.
Acesso oficial aqui:
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Mas o ponto central não é “comprar carro barato”.
É entender como bancos e financeiras se comportam antes da execução judicial do ativo.
Por que a maioria das pessoas nunca encontra boas oportunidades de carros baratos
O erro comum é pensar que o lucro está no leilão.
Na prática, quem entra direto no leilão enfrenta:
- alta concorrência
- disputa por lances
- preços já inflacionados
- risco de custos ocultos (pátio, taxas, reparos)
👉 Resultado: margem menor do que parece.
Método tradicional de compra de carros vs Método ADL
❌ Caminho comum (leilão direto)
- Compra em pregões públicos
- Competição com revendedores experientes
- Menor controle sobre o histórico do veículo
- Preço final sobe por disputa
👉 Lucro depende de sorte e timing.
✅ Método ADL (Antes do Leilão)
- Foco em negociação pré-leilão
- Contato com instituições financeiras
- Compra de direitos ou quitação estratégica da dívida
- Entrada em ativos antes da concorrência
👉 Aqui a lógica muda:
você entra antes do mercado competitivo existir.
Como funciona a lógica do “Antes do Leilão”
O método gira em torno de uma sequência estratégica:
1. Identificação do ativo com risco de retomada
- veículos com atraso
- contratos em inadimplência
- bens prestes a execução
2. Abordagem da instituição ou responsável
- contato com bancos ou departamentos de cobrança
- negociação direta ou intermediada
- tentativa de acordo antes da execução final
3. Negociação de deságio
- valores entre 15% e 30% da FIPE
- quitação estratégica da dívida
- aquisição antecipada do direito sobre o bem
Quanto você perde ignorando esse tipo de estratégia
Quem entra apenas no mercado tradicional:
- paga preço cheio ou próximo da FIPE em revenda
- compete com revendedores experientes em leilão
- perde acesso ao “pré-mercado” de oportunidades
👉 O impacto real:
menos margem, mais competição, mais capital travado.
O que alunos e interessados geralmente relatam
Percepções positivas comuns:
- “Não sabia que dava para negociar antes do leilão”
- “Entendi como bancos querem resolver rápido os ativos”
- “O mercado é menos competitivo do que eu imaginava nesse estágio”
Pontos de atenção citados:
- “Exige habilidade de negociação”
- “Não é automático, precisa execução ativa”
- “Tem parte burocrática e jurídica envolvida”
👉 Tradução prática:
é um modelo ativo, não passivo.
Onde a maioria erra ao tentar esse tipo de negócio
O erro crítico é:
- achar que é só “comprar barato e vender caro”
- ignorar aspectos jurídicos
- não entender o processo de negociação com credores
Isso leva a:
- operações mal estruturadas
- risco financeiro
- perda de oportunidades reais
Dica de especialista avançada
O lucro nesse tipo de mercado não está no veículo — está no estágio da dívida.
Quanto mais cedo você entra no ciclo da inadimplência:
- maior o poder de negociação
- menor o valor de aquisição
- menor a concorrência
Vale a pena o Método ADL?
Depende do perfil:
✔ Faz sentido se você:
- quer atuar com revenda de veículos
- tem perfil de negociação ativa
- aceita lidar com processos burocráticos
- busca margens altas em operações específicas
❌ Não é ideal se você:
- busca renda passiva
- não quer lidar com bancos ou negociações
- não tem capital ou disposição para risco
- prefere modelos simples e automáticos
Conclusão prática
O Método ADL não é sobre “comprar carro barato”.
É sobre atuar na fase pré-leilão do mercado de veículos com dívida, onde existe menor concorrência e maior margem de negociação.
👉 Acesso oficial:
https://kiwify.app/itNNPGK?afid=w3Nca0i6
No fim, a diferença não é o carro.
É em que momento da cadeia você entra na negociação.


