Método ADL (Antes do Leilão) – Fábio Costa: Como Funciona a Estratégia de Comprar Carros por Até 30% da FIPE

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Se você está pesquisando o Método ADL, a resposta direta é: é um treinamento focado em negociação de veículos com dívidas antes que eles cheguem ao leilão, buscando comprar ativos com grande deságio.
Acesso oficial aqui:
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Mas o ponto central não é “comprar carro barato”.
É entender como bancos e financeiras se comportam antes da execução judicial do ativo.


Por que a maioria das pessoas nunca encontra boas oportunidades de carros baratos

O erro comum é pensar que o lucro está no leilão.

Na prática, quem entra direto no leilão enfrenta:

  • alta concorrência
  • disputa por lances
  • preços já inflacionados
  • risco de custos ocultos (pátio, taxas, reparos)

👉 Resultado: margem menor do que parece.


Método tradicional de compra de carros vs Método ADL

❌ Caminho comum (leilão direto)

  • Compra em pregões públicos
  • Competição com revendedores experientes
  • Menor controle sobre o histórico do veículo
  • Preço final sobe por disputa

👉 Lucro depende de sorte e timing.


✅ Método ADL (Antes do Leilão)

  • Foco em negociação pré-leilão
  • Contato com instituições financeiras
  • Compra de direitos ou quitação estratégica da dívida
  • Entrada em ativos antes da concorrência

👉 Aqui a lógica muda:
você entra antes do mercado competitivo existir.


Como funciona a lógica do “Antes do Leilão”

O método gira em torno de uma sequência estratégica:

1. Identificação do ativo com risco de retomada

  • veículos com atraso
  • contratos em inadimplência
  • bens prestes a execução

2. Abordagem da instituição ou responsável

  • contato com bancos ou departamentos de cobrança
  • negociação direta ou intermediada
  • tentativa de acordo antes da execução final

3. Negociação de deságio

  • valores entre 15% e 30% da FIPE
  • quitação estratégica da dívida
  • aquisição antecipada do direito sobre o bem

Quanto você perde ignorando esse tipo de estratégia

Quem entra apenas no mercado tradicional:

  • paga preço cheio ou próximo da FIPE em revenda
  • compete com revendedores experientes em leilão
  • perde acesso ao “pré-mercado” de oportunidades

👉 O impacto real:
menos margem, mais competição, mais capital travado.


O que alunos e interessados geralmente relatam

Percepções positivas comuns:

  • “Não sabia que dava para negociar antes do leilão”
  • “Entendi como bancos querem resolver rápido os ativos”
  • “O mercado é menos competitivo do que eu imaginava nesse estágio”

Pontos de atenção citados:

  • “Exige habilidade de negociação”
  • “Não é automático, precisa execução ativa”
  • “Tem parte burocrática e jurídica envolvida”

👉 Tradução prática:
é um modelo ativo, não passivo.


Onde a maioria erra ao tentar esse tipo de negócio

O erro crítico é:

  • achar que é só “comprar barato e vender caro”
  • ignorar aspectos jurídicos
  • não entender o processo de negociação com credores

Isso leva a:

  • operações mal estruturadas
  • risco financeiro
  • perda de oportunidades reais

Dica de especialista avançada

O lucro nesse tipo de mercado não está no veículo — está no estágio da dívida.

Quanto mais cedo você entra no ciclo da inadimplência:

  • maior o poder de negociação
  • menor o valor de aquisição
  • menor a concorrência

Vale a pena o Método ADL?

Depende do perfil:

✔ Faz sentido se você:

  • quer atuar com revenda de veículos
  • tem perfil de negociação ativa
  • aceita lidar com processos burocráticos
  • busca margens altas em operações específicas

❌ Não é ideal se você:

  • busca renda passiva
  • não quer lidar com bancos ou negociações
  • não tem capital ou disposição para risco
  • prefere modelos simples e automáticos

Conclusão prática

O Método ADL não é sobre “comprar carro barato”.
É sobre atuar na fase pré-leilão do mercado de veículos com dívida, onde existe menor concorrência e maior margem de negociação.

👉 Acesso oficial:
https://kiwify.app/itNNPGK?afid=w3Nca0i6

No fim, a diferença não é o carro.
É em que momento da cadeia você entra na negociação.

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